Para entender a magnitude de , precisamos voltar a 1980. Carl Sagan, com seu suéter bege e voz calma, levou 600 milhões de pessoas a uma viagem pela Biblioteca de Alexandria, por caravelas e pelos anéis de Saturno. Trinta e quatro anos depois, o produtor executivo Seth MacFarlane (sim, o criador de Family Guy ) e a astrofísica Neil deGrasse Tyson herdaram essa tocha.

No vasto universo da televisão, poucas produções conseguiram capturar a imaginação humana com tanta precisão e poesia quanto (no original, Cosmos: A Spacetime Odyssey ). Lançada em 2014, esta série documentária não é apenas uma continuação espiritual do clássico de 1980 apresentado por Carl Sagan; é uma reimaginação ambiciosa para o século XXI, utilizando gráficos computadorizados de ponta, uma narrativa envolvente e uma reverência quase religiosa pela natureza.

A série questiona: O que mais estamos perdendo? Quantas outras dimensões, formas de vida ou fenômenos estão ali, aguardando que desenvolvamos novos “olhos”?

For a quick introduction: (Cosmic Calendar), 4 (Light travel time), 7 (Scientific method), and 13 (Dark matter & Sagan tribute).