Canudo não era apenas um teórico; ele era um entusiasta das vanguardas. Ele via o cinema como uma "fábrica de imagens" capaz de captar a vida moderna, a velocidade e a tecnologia. Seu manifesto serviu para que cineastas como e Jean Epstein começassem a explorar o potencial estético da luz e da montagem além da simples narrativa teatral. Onde ler o Manifesto das Sete Artes (PDF)
Para estudantes, pesquisadores e entusiastas do audiovisual, a busca pelo representa o desejo de acessar a fonte primária dessa revolução estética. Neste artigo, vamos desmembrar a importância deste documento, analisar seus conceitos fundamentais, explicar a classificação das artes proposta por Canudo e contextualizar por que este texto continua indispensável para entender a sétima arte hoje.
O grande mérito do manifesto foi sistematizar as artes em uma ordem lógica baseada na temporalidade e espacialidade. Ao baixar o , o leitor encontrará uma divisão que se tornou canônica na história da estética. Canudo organizou as artes da seguinte forma:
Canudo era um esteta convicto. Ele acreditava na síntese das artes e na capacidade da arte de elevar o espírito humano. Ao escrever o Manifesto das Sete Artes (originalmente intitulado La Naissance d'un Sixième Art — "O Nascimento de uma Sexta Arte", que mais tarde foi recontextualizado como a Sétima), ele não estava apenas fazendo uma lista; estava propondo uma ontologia do cinema.
The (Manifesto of the Seven Arts) is a seminal 1911 text by Italian theoretician Ricciotto Canudo (updated and popularized in 1923) that famously declared cinema as the "Seventh Art". Canudo argued that cinema is a "total art"—a synthesis of the six preceding arts: architecture, sculpture, painting, music, poetry, and dance.
In the climax, the protagonist realizes they lack Dance —the movement that bridges space and time.