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Quando falamos em distopias juvenis que marcaram a década de 2010, The Hunger Games , Divergent e The Maze Runner formam o tripé de ouro do gênero. No Brasil, o segundo filme da franquia estrelada por Dylan O’Brien é amplamente conhecido pelo título . Lançado em 2015 sob a direção de Wes Ball, este longa-metragem pega o que foi construído no primeiro filme ( Maze Runner: Correr ou Morrer ) e eleva a aposta: sai o labirinto verde e entra o deserto apocalíptico. maze runner prova de fogo
Após escaparem do labirinto mortal no final do primeiro filme, Thomas (Dylan O’Brien), Teresa (Kaya Scodelario), Newt (Thomas Brodie-Sangster) e os outros “Claros” (os sobreviventes dos Grupos A e B) acreditam que estão finalmente a salvo. Eles são resgatados por uma organização chamada CRUEL (Cranium, Representação Universal para Emergências Letais – uma adaptação da WICKED dos livros). Se quiser algo mais voltado para vendas (como
Um dos pontos altos de Maze Runner: Prova de Fogo é, sem dúvida, o elenco. O carisma e a química entre os atores sustentam o filme, mesmo quando o roteiro se perde em explosões. Lançado em 2015 sob a direção de Wes
Nos livros, os Cranks são vítimas da Chama que perdem gradualmente a razão, mas ainda agem como humanos doentes em muitos aspectos. No filme Prova de Fogo , eles são quase zumbis – criaturas rápidas, infectadas e aterrorizantes, que atacam em enxames. Essa mudança foi criticada por alguns puristas, mas elogiada pelo apelo visual e tensão cinematográfica.
A Prova de Fogo , portanto, não é um fim, mas um interlúdio violento. Ela destrói qualquer esperança de que o mundo pode ser consertado facilmente e força Thomas a aceitar que a única saída é destruir a CRUEL de uma vez por todas.