é o retrato de uma era. Foi a última grande sitcom tradicional da TV aberta antes da explosão do streaming. Ela quebrou tabus sobre sexo, drogas e alcoolismo de forma escrachada, ao mesmo tempo que entregava um comentário ácido sobre a masculinidade frágil.
O episódio final de é um dos mais controversos da história. Nele, Alan e Walden criam uma série de TV sobre suas vidas. Já no final, uma campainha toca... e a silhueta de Charlie Harper aparece. Porém, Charlie Sheen não mostrou o rosto (apenas a nuca e uma peruca). Ele só aceitou voltar sob três condições: os produtores doassem US$ 1 milhão para uma instituição de caridade, ele não dividisse cena com Chuck Lorre e não gravasse com o resto do elenco. dois homens e meio
A fórmula de era impecável em sua simplicidade: o personagem Charlie Harper (Charlie Sheen) é um compositor de jingles publicitários milionário, solteiro inveterado, alcoólatra e mulherengo que vive em uma praia luxuosa em Malibu. Sua vida de excessos é interrompida quando seu irmão mais novo, Alan Harper (Jon Cryer), um quiroprata hipocondríaco, divorciado e falido, aparece em sua porta com o filho, Jake Harper (Angus T. Jones). é o retrato de uma era
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